Casa Granado (1870)

6 de Maio de 2009

Por Alex Barbosa

O português José Antonio Coxito Granado chegou ao Rio de Janeiro em 1860 e com apenas 14 anos começou a trabalhar lavando frascos em uma botica, na Rua do Hospício (atual Rua Buenos Aires), em troca de casa, comida, roupa lavada e cinco mil réis por mês. Passados alguns anos, José Granado virou diretor da tradicional botica Barros Franco (situada na Rua Direita, 12 – hoje Rua Primeiro de Março), fundada em 1836. Logo depois tornou-se dono da botica, com o pagamento de sete contos de réis e por volta de 1880 a sua empresa recebeu o nome de Imperial Drogaria e Pharmacia de Granado & Cia. Mas José Granado não era farmacêutico, então ajudou a formar o seu irmão, João Antonio Coxita Granado, tornando-o responsável profissional pela farmácia.

Ainda no século XIX, a Granado desenvolve-se a tal ponto que, expande suas instalações, comprando os prédios vizinhos de números 16 e 18. Os novos medicamentos trazidos da Europa eram adaptados ao costume nacional. O sucesso foi tanto que a Granado passou a ser a fornecedora oficial da Corte, nascendo uma amizade pessoal entre José Granado e o Imperador Pedro II.

Em algumas décadas a Granado atingiu um grau de progresso só visto em grandes empresas. Ampliou sua área industrial, abriu filiais e distribuidoras em diversos estados do Brasil, manteve representantes na Argentina, Venezuela, Chile e na África Oriental. Possuía sua própria gráfica onde eram impressos o Pharol da Medicina (publicado de 1887 até a década de 40), a Revista Brasileira de Medicina e Farmácia (circulava em todo Brasil e no exterior), além de livretos, receituários e embalagens de produtos. Já na década de 40, era considerada um dos maiores laboratórios da América do Sul, chegando a ter 600 funcionários e produzindo mais de 300 especialidades farmacêuticas.

Com o falecimento de José Antonio Coxito Granado, em 1935, a direção do laboratório passou pelas mãos de muitos familiares, que igualmente fizeram da Granado um sucesso. Mas a partir da década de 40, no período de pós-guerra, o Brasil sofreu uma série de mudanças, inclusive na área industrial. Grandes indústrias químicas internacionais instalaram-se no Brasil, modificando completamente o mercado farmacêutico nacional. Com dificuldades em competir com as novas indústrias no país, aos poucos a Casa Granado foi deixando de fabricar vários produtos.

Embora com mais concorrentes e com menos produtos no mercado, a Granado permanece em atividade até hoje, fabricando polvilhos, desodorantes, sabonetes, artigos para bebê, medicamentos, vitaminas, desinfetantes e produtos para embelezamento e medicamentos para animais.

Curiosidades:
- Em 1887 foi fundada a filial da Rua Visconde do Rio Branco, a primeira do Rio de Janeiro a funcionar 24 horas.

- Os produtos mais antigos e mais conhecidos, ainda fabricados pela Granado são: a Água Inglesa (1891), o Polvilho Antisséptico (1903) e o Sabonete de Glicerina (1915).

- O Polvilho Antisséptico, com mais de 100 anos, mudou de embalagem duas vezes: de lata passou a papelão, por causa da escassez de folhas-de-flandres durante a Segunda Grande Guerra. E há alguns anos o papelão foi trocado pelo plástico.

Endereço: encontre uma Granado mais próxima de você em www.granado.com.br

Bonde de Santa Teresa (1877)

29 de Março de 2009

Por Alex Barbosa

Com a chegada da Família Real e a abertura dos portos, a região que hoje é conhecida como Santa Teresa, recebeu ilustres moradores, entre eles, famílias de diplomatas estrangeiros. Surgiram vários casarões inspirados na arquitetura francesa da época, muitos dos quais estão de pé até hoje. Partindo daí a necessidade de melhorar o acesso ao morro.

Em 1872, os engenheiros Januário Cândido de Oliveira e Eugênio Batista de Oliveira, obtiveram através de um decreto, o privilégio para a construção e uso de uma linha de carris de ferro para a região. As obras terminaram em 1874 e se esperava para breve o começo do serviço. A Companhia Ferro-Carril de Santa Teresa, entra em funcionamento em 25 de maio de 1875, numa linha ao longo da Rua do Riachuelo.

Na data de 13 de março de 1877, foi inaugurado o Plano Inclinado, cujo trajeto era da Rua do Riachuelo ao Largo do Guimarães. Iniciou com dois bondes, permitia uma lotação de 28 passageiros cada um e eram usados burros que puxavam vagarosamente. Para voltar, os “motores” eram dispensados, já que os bondes desciam naturalmente com o declive das ladeiras.

Inicialmente os bondes eram verdes, mas após as reclamações de moradores que diziam que os bondes “sumiam” na vegetação, eles passaram a ser pintados de amarelo, cor que corresponde até os dias atuais.

Nos fins do século XIX, a Companhia Ferro-Carril Carioca lança dois projetos arrojados: a eletrificação das linhas dos bondes e a ligação dos morros Santa Teresa e Santo Antônio, passando o bonde sobre os Arcos da Lapa, numa altura de quase 20 metros.

O sistema de bonde, que chegou a funcionar em vários bairros do Rio de Janeiro, foi extinto em 1964, exceto o trajeto do Centro à Santa Teresa. Alguns dos modelos dos bondes foram vendidos aos museus norte-americanos, como afirma a notícia do New York Times: “Com esse carregamento, mais que duplicou o número de bondes abertos nos vários museus americanos. Dois carros ainda faltam vir do Brasil em outro navio. Os restantes de uma frota de cerca de 800 - quase todos fabricados na América do Norte, entre os anos de 1903 e 1915 - foram escarpados”.

O “bondinho de Santa Teresa”, como foi carinhosamente apelidado, atualmente é de responsabilidade da Companhia Estadual de Engenharia de Transportes e Logística – CENTRAL, e se destaca nos meios de transporte de todo o Brasil, por ser o único ainda em funcionamento, fazendo parte do roteiro turístico do Rio de Janeiro.

Curiosidade: em 1859 já circulava no Rio de Janeiro, o bonde puxado a burro, ligando o Largo do Rocio ao Alto da Boa Vista. Esta linha era controlada pela Companhia Carris de Ferro, cuja exploração fora concedida ao empresário inglês Thomas Cochrane, em 1856.

Endereço: Estação de Bondes - ao lado do Aqueduto da Carioca, na Rua Lélio Gama. Acesso pela rua Senador Dantas, próxima à Cinelândia, atrás prédio do Banco do Brasil.
Visitação: Os bondes saem a cada meia hora, das 6h às 23h.

Fundação Oswaldo Cruz - Fiocruz (1900)

6 de Março de 2009

Por Alex Barbosa

Inicialmente chamado de Instituto Soroterápico Federal, foi criando em 25 de maio de 1900 com o objetivo de fabricar soros e vacinas. Logo depois que Oswaldo Cruz assumiu a diretoria, em 1902, a instituição passou a se dedicar também à pesquisa e à medicina experimental.

Em 1900, no local da antiga Fazenda Manguinhos foi onde ergueu-se o prédio central, o que mais se destaca, chamado Pavilhão Mourisco, e hoje, tombado pelo Patrimônio Histórico Nacional. Também fazem parte do conjunto arquitetônico o Pavilhão da Peste (ou do Relógio), de 1902, e a Cavalariça para Animais Inoculados, de 1904, ambos em estilo inglês.

Na época, o Rio de Janeiro sofria com surtos e epidemias de peste bubônica, febre amarela e varíola. Nomeado Diretor Geral de Saúde Pública, Oswaldo Cruz fez da instituição sua base para as campanhas de saneamento. Apesar da grande oposição, que culminou na Revolta da Vacina em 1904, a instituição teve grande êxito no combate às moléstias.

Em 1908 o instituto foi rebatizado de Instituto Oswaldo Cruz. Passou a atuar em todo Brasil e desde então vem contribuindo expressivamente para o desenvolvimento científico e tecnológico do país. Mais tarde, em 1970, foi instituída a Fundação Oswaldo Cruz, congregando o Instituto Oswaldo Cruz, a Fundação de Recursos Humanos para a Saúde e o Instituto Fernandes Figueira, sendo que, outras unidades foram incorporadas ao longo do tempo.

Atualmente a Fiocruz também promove campanhas e eventos de cunho social. Um exemplo bem sucedido é a campanha Fiocruz pra Você, que é promovida no Dia Nacional da Vacinação, e onde toda comunidade carente, residente próxima a instituição, além de receber a vacinação, participa de atividades recreativas e culturais, mobilizando mais de 40 mil pessoas, entre visitantes e voluntários.

Curiosidade: conhecida também por Manguinhos, o local abriga um sítio arqueológico, com vestígios de ocupação indígena, onde atualmente, está sendo restaurado.

Interessados poderão conhecer a Fiocruz através do Museu da Vida:
Endereço: Av. Brasil, 4365 – Manguinhos – Rio de Janeiro
Visitação: 3ª a 6ª, das 9h às 16h30 (visita agendada) / sábado e domingo, das 10h às 16h (sem agendamento)

Vista Chinesa (1844)

10 de Fevereiro de 2009

Por Alex Barbosa

Com o objetivo de testar a receptividade do solo brasileiro para o cultivo do chá, D. João VI importou em 1812, da colônia portuguesa de Macau, uma leva de chineses, acreditando que estes fossem os profissionais mais adequados para o plantio.

Seu sonho de suprir todo o mercado europeu com a produção carioca de chá, logo acabou. Verificou-se que o chá carioca tinha um ótimo aroma, mas que possuía um sabor a desejar. Além do mais, como afirmam alguns historiadores, o insucesso ocorreu devido à falta de preparo e da morosidade dos chineses, que teriam sido mal escolhidos para a tarefa, não tendo vindo para cá os profissionais experientes como se imaginava. Outros afirmam que, a produção de café era mais rentável que a do chá, e sem concorrentes.

Em 1844, mas uma leva de chineses foi trazida ao Rio, agora para o plantio de arroz. De novo o insucesso aconteceu, e os chineses foram reaproveitados para abrir o caminho que mais tarde se transformaria na Estrada Dona Castorina. Na época, o mapa da área já registrava uma edificação denominada Rancho dos Chins, evoluindo depois para a designação atual de Vista Chinesa. Mais tarde, em 1903, a mando do prefeito Pereira Passos, a Vista Chinesa teve sua estrutura alterada em argamassa copiando o bambu.

Uma breve passagem deste local pode ser lida no romance Sonhos D’Ouro, de José de Alencar, de 1872: “(…) Aí, à esquerda, no socalco do caminho, está a palhoça onde pousavam os colonos, que abriram o caminho do Jardim e deram nome ao sítio. Conhecido a princípio o lugar pela simples indicação de Rancho dos Chins, a imaginação popular enlevada pela brilhante perspectiva, de lembrança fantasiava alguma das pinturas diáfanas e aveludadas que vira debuxadas em papel de arroz; e daí o nome de Vista Chinesa”.

Endereço: Parque Nacional da Tijuca - Estrada da Vista Chinesa - Alto da Boa Vista

Pedra do Sal (séc. XIX)

19 de Janeiro de 2009

Por Alex Barbosa

De fato a pedra sempre existiu, e tem como responsável a grandiosa natureza. O que a faz especial, é a sua história e o seu valor afetivo, tornando-a um verdadeiro monumento da cidade do Rio. Foi ali na Pedra do Sal que os moradores da Saúde saudavam os navios que chegavam da Bahia, transportando em sua maioria escravos recém libertos, ex-combatentes da Guerra do Paraguai (1864/70), ou seja, em geral pessoas que buscavam melhores condições de vida.

Na Pedra do Sal surgiu “a pequena África”, onde os negros encontraram espaço para as rodas de capoeira, para os rituais de candomblé e para a música. Próximo dali, nas casas das “tias baianas”, o jongo e o batuque se transformaram em partido alto, bases do samba que nasceria mais tarde na extinta Praça XI. A mais famosa de todas as baianas, foi a Hilária Batista de Almeida, Tia Ciata, citada em todos os relatos do surgimento do samba carioca. Mulher influente, de grande iniciativa, teve 15 filhos e trabalhou constantemente pela tradição das baianas e do candomblé.

Além dos negros, participavam das festas estivadores, artesãos, funcionários públicos, mulatos e brancos de baixa classe e doutores atraídos pelo exotismo. Entre as grandes figuras do cenário musical, estavam Pixinguinha, Donga, João da Baiana e Heitor dos Prazeres, mestres que cresceram dentro da tradição das baianas e que ao longo do tempo, deram novas formas à musica.

Curiosidades:

Em 1917 ocorreu a gravação de “Pelo Telefone”, considerado o primeiro samba gravado na história, registrado em nome de Donga e Mauro de Almeida.

Partido alto é um estilo de samba em que os participantes inventam os versos na hora em que estão cantando, e também uma forma de desafio.

Endereço: Praça Mauá / No pé do Morro da Conceição
Tanto o Morro da Conceição quanto a Praça Mauá são lugares seguros para a visitação.

Canal do Mangue (1860)

7 de Janeiro de 2009

Por Alex Barbosa

A maior obra de saneamento do Rio de Janeiro foi iniciada em 1857. O Canal do Mangue foi motivo para secar um enorme pântano que existiu próximo à atual Cidade Nova e que era um foco de doenças, mosquitos e mau cheiro. Três anos depois, no dia 7 de setembro de 1860, o Canal do Mangue foi inaugurado. No governo do presidente Rodrigues Alves (1902-1906), o vasto plano de saneamento e modernização da cidade, exigiu o prolongamento do canal até o mar.

Noel Rosa, em “O X do Problema”, de 1936, fala sobre o apego à região (inclusive ao bairro do Estácio) nas seguintes frases: “(…) Não posso mudar minha massa de sangue / Você pode crer que palmeira do mangue / Não vive na areia de Copacabana”.

Hoje o Canal do Mangue mais parece um canal de água suja e de mau cheiro, e as palmeiras imperiais, que o tornava mais bonito, infelizmente não existem como antes. O canal está localizado em parte na Avenida Presidente Vargas e em toda extensão da Avenida Francisco Bicalho (antiga Avenida do Mangue).

Curiosidade: Nos tempos de D. João VI se imaginava um canal navegável ligando esta região ao mar. Alguns dizem que o canal chegou a ser navegado por barcaças, servindo empresas localizadas na região.

Cemitério dos Ingleses (1809)

1 de Janeiro de 2009

Por Alex Barbosa

O British Burial Ground, mais conhecido como o Cemitério dos Ingleses, teve sua inauguração em 1809, nas terras doadas por Dom João VI ao ministro inglês, Lord Stranford, satisfazendo a necessidade dos imigrantes ingleses, que não podiam ser enterrados em recintos católicos e que chegavam cada vez mais ao Brasil atraídos pela independência.

Situado no bairro da Gamboa, o Cemitério dos Ingleses é o mais antigo cemitério de protestantes do Brasil. Originalmente possuía um cais de desembarque para o sepultamento dos ingleses que morriam a bordo, na travessia do oceano. Sua única edificação, se mantém até hoje, uma singela capela mortuária.

Ainda em função, o cemitério permanece num ambiente silencioso, ambientado por árvores e com uma ótima vista da Baía da Guanabara.

Endereço: Rua da Gamboa, 181 - Gamboa - Rio de Janeiro


Café Lamas Restaurante (1874)

21 de Dezembro de 2008

Por Alex Barbosa

Mais conhecido como Lamas, o restaurante é bem freqüentado desde 1874. Entre os ilustres clientes do passado estavam Ruy Barbosa, Machado de Assis, Olavo Bilac, Monteiro Lobato, Emilio de Meneses e João do Rio. Políticos como Osvaldo Aranha, Teotônio Vilela, Getúlio Vargas e Epitácio Pessoa também freqüentaram o Café Lamas.

Até 1975 o Lamas funcionou em outro prédio, no Largo do Machado. Segundo dizem, o ex-presidente Getúlio Vargas sempre passava no Lamas para tomar o tradicional Chá das 5 antes de ir para o Palácio do Catete. A mudança de endereço foi inevitável, devido à construção do metrô. Embora em outro local, o Lamas não perdeu o charme e conserva ainda hoje o ambiente boêmio de antigamente.

O Lamas serve café da manhã, chá completo e pratos com carnes e frutos do mar. Um dos pratos mais elogiados é o filé Osvaldo Aranha, ótimo para duas pessoas.

Endereço: Rua Marquês de Abrantes, 18/A – Flamengo – Rio de Janeiro
Tel.: (21) 25560799
Visitação: 9h30 às 3h da manhã

Jogo do Bicho (1892)

13 de Dezembro de 2008

Por Alex Barbosa

Com a finalidade de melhorar as finanças do Jardim Zoológico do Rio de Janeiro, localizado no bairro carioca de Vila Isabel, o Barão de Drummond, em 1892, criou o Jogo do Bicho, que prometia pagar até vinte vezes mais que o valor do ingresso. O jogo vive até os dias atuais e agora faz parte da cultura popular do Brasil.

“Como meio de estabelecer a concorrência pública, tornando freqüentado e conhecido aquele estabelecimento que faz honra ao seu fundador, a empresa organizou um prêmio diário que consiste em tirar à sorte dentre 25 animais do Jardim Zoológico o nome de um, que será encerrado em uma caixa de madeira às 7 horas da manhã e aberto às 5 horas da tarde, para ser exposto ao público. Cada portador de entrada com bilhete que tiver o animal figurado tem o prêmio de 20$. Realizou-se ontem o 1o sorteio, recaindo o prêmio no Avestruz…” Jornal do Brasil, 4 de julho de 1892.

Hoje em dia a mecânica do jogo funciona através do “banqueiro”, aquele que banca e paga os vencedores; do “bicheiro”, intermediário entre o apostador e banqueiro; do “apontador”, aquele freqüentemente encontrado nas ruas recolhendo as apostas; e do apostador.

Apesar de sua imensa popularidade e de ser tolerado pelas autoridades, o Jogo do Bicho é considerado uma contravenção, sendo assim, quem promove e quem pratica são passíveis de punição pela Justiça brasileira.

discutiu-se muito a possibilidade de legalizar o Jogo do Bicho ou do governo promovê-lo. Porém nunca foi tomada nenhuma decisão prática nesse sentido.

Curiosidade: o zoológico citado, atualmente é conhecido como Antigo Jardim Zoológico e funciona como um parque onde as pessoas utilizam para lazer e prática de esporte. Dentro do recinto ainda funciona uma escola pública.

Casa do Capão do Bispo (Séc. XVII)

9 de Dezembro de 2008

Por Alex Barbosa

Localizada no bairro de Del Castilho, a Casa do Capão do Bispo tem sua edificação sem data definida, mas segundo documentos existentes, é provável que sua construção seja do final do século XVII ou início do século XVIII. Já em 1755 foi habitação de um bispo e possuía o nome de Fazenda Nossa Senhora da Conceição.

Atualmente abriga o Centro de Estudos Arqueológicos do Rio de Janeiro e é parte do Instituto de Arqueologia Brasileira. Possui em seu acervo: ossadas encontradas entre o estado do Rio de Janeiro e Minas Gerais, urnas funerárias em cerâmica de diversas regiões do Brasil, peças esculpidas em pedra (lâminas de machado, batedores, polidores etc.) e lascas de pedras recolhidas em sítios arqueológicos.

Endereço: Av. Suburbana, 4616 - Del Castilho – Rio de Janeiro
Tel.: (21) 3880-4257

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